Salão Universitário divulga manual de instruções para avaliadores de trabalhos científicos

A edição 2020 do Salão Universitário apresenta várias novidades, desde o formato 100% on-line até uma série de mudanças na avaliação oral das apresentações de trabalhos. Membros da Comissão Científica elaboraram um manual que simplificou o processo tanto para os inscritos quanto para os avaliadores.

Desenvolvido pela pós-doutoranda Jéssica Trettim e pelas doutorandas da Pós-Graduação em Saúde e Comportamento da UCPel, Bárbara Rubin e Carolina Scholl, o instrumento de consulta reduziu de até nove para apenas seis os critérios de análise. “Diminuímos o número de itens, mas sem diminuir a exigência na avaliação”, explica Jéssica.

Anteriormente, até o ano passado, utilizava-se fichas específicas para cada modalidade: iniciação científica, profissionais, pós-graduação, projetos de extensão e alunos do ensino fundamental e médio. “O que fizemos foi uma padronização para que essa ficha fosse única”, diz a responsável pelo material.

Os seis itens que passam a ser avaliados nas apresentações orais são: clareza da exposição e comunicação; domínio do tema; qualidade visual da apresentação; grau de inovação/relevância; participação do apresentador no trabalho e adequação ao tempo. O instrumento, disponível aqui para download, contempla uma breve explicação sobre cada critério.

Além dos avaliadores, o manual deve ser consultado pelos alunos e profissionais, a fim de que estejam preparados para a apresentação de seus trabalhos. Em caso de dúvidas, o contato com a Comissão Organizadora ocorre através do e-mail salaouniversitario@ucpel.edu.br.

 

Acolhimento

O Salão Universitário, muitas vezes, é o primeiro encontro dos estudantes com um congresso de iniciação científica. Neste sentido, o manual destaca que a proposta do evento é motivar os alunos a escrever e apresentar seus artigos, uma vez que estão em processo de aprendizagem dentro da ciência. “Fizemos um reforço de que avaliações muito rígidas são desaconselhadas. É através de críticas construtivas que se torna possível ensinar e orientar os participantes em seguir elaborando esse tipo de trabalho científico”, acredita Jéssica.

 

Redação: Max Cirne